É que esta crise chegou-me à cabeça e eu acho que desaprendi a pensar e, consequentemente, desaprendi a escrever. O que me chateia como o raio, porque, apesar dos meus olhinhos bonitos e da minha obsessão por maquilhagem, o que me diz o cérebro ainda é o que vale mais. Para mim, para mim...
Quero pôr a escrita em forma, olear o pensamento e dizê-lo. Mas, no fundo, o que aqui se passará de facto é psicoterapia de trazer por casa.
O nome do blog é cá por coisas.
6 comentários:
Querida Marta,
conto contigo para contar a outros
o que vais escrevendo por aqui.
Independentemente da concordância
ou discordância de pontos de vista,
aprecio a tua escrita... lúcida e estimulante,
das coisas que tu pensas.
Gosto de te ler.
Gosto de ti.
Beijinhos.
Luís
pois eu também. gosto de ti! e gosto de te ler...muito :)
Inês
Subscrevo. E não é pouco.
Vou seguir de perto este blog e ler atentamente, pois não é inocente que a autora tenha colocado a imagem do divã, que por sua vez nos leva a uma biografia de S. Freud. Lembrei-me também do livro de Irvin D. Yalom, «Mentiras no Divã», com igual imagem na capa.
Acreditando na autora deste blog, quando afirma, «É um blog das coisas que eu penso» e «o que me diz o cérebro ainda é o que vale mais», [para ela, para ela], imagino uma espécie de exercícios no contexto de alguma terapia. Isso interessa-me. E mesmo que seja de «trazer por casa», faz bem, porque se pensar é bom, dizê-lo ajuda a conviver melhor com o próprio pensamento. Força!
Já tinha saudades de te "ler". Este teu regresso à escrita (regular, peço) é muito bem vindo. O "editorial" cria muitas expectativas. Eu já estou a gostar.
Mais importante é que sintas muito prazer nos momentos que dedicares à tua escrita.
Beijinho.
Sempre.
Finalmente!!!
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